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Quase 100 Sentimentos #17 – Face a face

31 out

Como prometido, segue o outro poema que estava devendo.

Face a face

Você me vira a face,
eu tenho medo de encontrar:
Uma barreira intransponível em seu olhar.
Você me pede que eu não lhe dê atenção,
e nem para isso me dá explicação.

Você me vira a face e sorri.
Nesse momento faria qualquer coisa por você
(estou à sua mercê).
Estou esperando um movimento seu.
Espero que você me perceba.

Será que você não percebe a situação?
Eu quero você.
Eu não brinquei quando disse: Quero Você.
Eu não brinquei quando te olhei nos olhos.

Por que você não me vira a outra face?
Por que não me oferece um disfarce?
Eu não quero precisar de uma desculpa pra te ver.
Eu não quero pedir desculpas ao te ver.
Esta noite eu tive um sonho com você.

Mas você não sonha, você vive.
Vive me perseguindo nos meus sonhos.
Toda noite deito pensando em você.
O sol levanta e já estou pensando em você.

Quando te vir face a face quero um beijo seu.
Quando estivermos corpo a corpo,
quero o seu corpo junto ao meu.
Eu só não quero um último beijo,
uma despedida, um aperto de mão.

* * *

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Quase 100 Sentimentos #16 – Desejo

24 out

Bem, estou em débito com todos que acompanham essa série.  Atrasei duas semanas de poemas, mas vou compensar isso hoje e amanhã voltamos às postagens semanais.

Desejo

Sonhei, enquanto adormecido estava,
com os tempos que ainda virão.
Um misto de sonho e desejo,
Paixão eterna, por um momento.

Um momento que é o tormento
daqueles que se amam,
E não podem, no entanto,
Se satisfazerem por completo.

É o encanto não quebrado,
da magia da espera,
que nos leva a sonhar
com o momento tão esperado.

Uma luz verde que acende,
um tiro para começar,
mas a barreira que não se quebra,
que não se pode quebrar.

Quebrei minha promessa,
de não querer, não desejar.
Como poderia esquecer
o que foi tão bom aprender?

Ter em quem me apoiar,
ter o mundo, ter Você.

* * *

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Quase 100 Sentimentos #15 – Corpo a Corpo

20 out

O poema desta semana atrasou um pouco, mas agora está aí:

Corpo a Corpo

Cada curva do seu corpo me convida
a ficar cada vez mais perto de você.
O seu olhar misterioso me faz pensar
em fechar os olhos e te abraçar.

Os meus lábios desejam seus lábios.
Os meus braços desejam teus abraços.
Eu desejo estar mais perto.
Eu quero fazer tudo certo.

Cada curva do seu corpo me excita,
Incita-me a te tocar.
E cada vez que toco seu corpo
você me dá novas sensações, novas emoções.

Toda vez que você me toca,
eu me toco do quanto te desejo.
O quanto desejo cada parte de você.
E você que é tão completa, completa a mim também.

Cada detalhe me faz querer
estar perto de você.
A transparência da blusa,
o decote da saia,
a transparência do seu sorriso.

Tudo que você faz me excita,
o corpo, os pensamentos.
Eu penso em como tocar você
e me toco que você está aqui.
Finalmente…à distância ideal.

* * *

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Quase 100 Sentimentos #14 – Distância Ideal

10 out

Só para não perdermos o hábito, segue o poema desta segunda-feira.

Distância Ideal

9…Qual a medida ideal, qual a distância certa?
Quilômetros, centímetros ou pés?
Estou na ponta dos pés e não consigo te beijar.
Meus lábios estão longe do seu coração.

8…Qual a medida certa, qual a distância ideal?
7…que medida devo tomar, qual o caminho a seguir?
Polegadas, palmos ou dedos?
Toco seu rosto com a ponta dos dedos.

6…Desejo chegar mais perto,
mas até aonde eu posso chegar?
Para quem pergunto? Qual a pergunta certa?
5…Posso chegar mais perto?

Até onde eu vou poder chegar?
Quando vou abrir os olhos e enxergar
4…Você perto, bem perto dos meus olhos
e seus lábios bem perto dos meus.

3…Quando chegaremos à distância ideal
(quais são seus ideais?)
2…Nós estamos sempre perto um do outro
1…Falando sobre tantas coisas.
Mas só encontraremos a distância ideal
Quando nossos lábios se calarem um ao outro…0.

* * *

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Quase 100 Sentimentos #13 – Verde novo, seus olhos

03 out

Para começar a semana, mais um dos poemas do meu livros “Quase 100 Sentimentos”. Esse é o de número 13.

Verde novo, seus olhos

Olho sempre para o fundo dos seus olhos.
Vejo sempre neles refletido
o oceano que desejamos,
Com o qual sonhamos.

É um verde novo, esperançoso.
Ver de novo seus olhos é minha esperança.
Nos encontrarmos à beira-mar, meu desejo.

Olho sempre para o fundo do oceano
Vejo nele refletidos
Os seus olhos, de um Verde Novo, tão novo
Tão cheio de novidades, tão cheio de vida.

Há sempre um verde novo em seus olhos,
Há sempre uma nova esperança
Um novo desejo, um novo sentimento.
Sinto muito, preciso ver você de novo.

Quando meus olhos se encontram com os seus
Nada na terra me faz desviar desse olhar,
que torna a minha vida nova,
que reacende em mim a esperança.

De encontrar um desejo definitivo,
satisfazer um desejo infinito,
beijar seus lábios,
e de tê-la em meus braços.

* * *

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Quase 100 Sentimentos #12 – Nove Horas

29 set

“Quase 100 Sentimentos”, meu livro de poesias, já está disponível para venda em formato eBook para Kindle no site da Amazon.

Quem quiser conferir (e comprar) é só acessar: Quase 100 Sentimentos

Segue a 12ª poesia do livro.

Nove Horas

Eu não tenho tempo.
Nós não temos hora marcada,
nossas cartas marcadas
não têm encontro marcado,
mas nossas vidas estão marcadas.
Para sempre.

Não temos nove horas
para nos encontrar, seja onde for.
Não podemos passar das nove horas,
seja por quanto tempo for.
Por enquanto, a hora não importa.
Por enquanto.

Eu só queria passar
nove horas com você.
Eu só queria passar (das nove)
horas com você. Seja onde for.
Por quanto tempo ainda vou esperar?
Para sempre?

Eu não faço nove-horas
para falar com você.
Tudo aquilo que meu coração quer dizer,
só quero dizer a você,
que gosto muito de você.
Por inteiro.

Às nove horas, a lua já se mostrou.
Eu te mostro as estrelas,
você me mostra que eu existo.
Não desisto de te encontrar.
À qualquer hora, em qualquer lugar.
Às nove horas.

 

Boletim do vento #3

21 set

Oi pessoal,

Esse é o resumo semanal de minhas atividades no projeto “A Jornada pelo Caminho do Vento”.

Depois de “A velha senhora da estalagem”, praticamente finalizei os dois capítulos seguintes: “Meia Vigília” e “Vingança e Desespero”.

Maule descobre uma informação importante sobre a Senhora na Estalagem e depois precisa voltar seus dotes como espadachim a um encontro inesperado e no qual Ilana tem uma participação especial.

Quando os capítulos estiverem melhor editados vou postá-los aqui também.

Quem não souber quem são Maule e Ilana, pode ler o primeiro capítulo aqui.

O próximo capítulo será: “O fogo que a tudo consome”.

Você também pode ler o Boletim do Vento #2 ou todos os boletins anteriores.

Abraço.